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Secretária de Saúde diz que serviços só serão normalizados em 2019

por Heloiza Amaral publicado 18/12/2017 12h30, última modificação 18/12/2017 17h04

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) que apura irregularidades no serviço de saúde no município ouviu, nesta segunda-feira (18), a secretária Fátima Mrué sobre questões levantadas durante depoimentos e diligências feitas pelos vereadores. A secretária afirmou que os serviços só serão normalizados em 2019, mas algumas melhorias poderão ser vistas a partir do ano que vem. Segundo ela, a situação da Saúde em 2017 é reflexo do planejamento feito pela gestão anterior.

A secretária entregou ao presidente da CEI, Clécio Alves (PMDB), os documentos solicitados sobre a “Máfia do Samu” e os repasses do Fundo Nacional de Saúde feitos à prefeitura. Ela se negou, no entanto, a fornecer a gravação da visita feita a Celina Lopes, depois que a paciente arrancou dois dentes com alicate, por falta de atendimento odontológico no município.

Fátima Mrué afirmou que a gravação foi feita com a concordância de Celina. O vereador Delegado Eduardo Prado (PV) alertou a secretária que ela não pode se negar a entregar a conversa. O vereador Jorge Kajuru (PRTB) apresentou, então, requerimento para busca e apreensão da gravação.

Questionada pela vereadora Cristina Lopes (PSDB) sobre os 374 profissionais da Odontologia que estão paralisados por falta de material, a secretária disse que não houve um mês sem atendimento odontológico em Goiânia. De acordo com ela, os insumos já chegaram e foram distribuídos para a maioria das unidades de saúde.

Leite vencido

Os vereadores também questionaram a secretária sobre as 450 latas de leite Pregomin, que foram encontradas no almoxarifado com data de validade vencida. Cada lata custa R$ 99,60, totalizando um prejuízo de R$ 44.820,00 ao município. Fátima Mrué disse que a informatização do sistema, que está sendo implantada, deve resolver os problemas de desperdício de produtos e medicamentos.

Diabéticos

A secretária municipal de Saúde garantiu que, a partir do ano que vem, não faltarão mais insumos para tratamento dos diabéticos em Goiânia. O problema da falta de insulina, segundo ela, já foi resolvido e os fornecedores devem repassá-la ao município em aproximadamente 30 dias.

Falta de médicos

A CEI ainda contrapôs afirmação da secretária de que não teria faltado médico nos CAIS do município neste domingo (17). O vereador Jorge Kajuru (PRTB) apresentou vídeo, no qual constatou ausência de profissionais em seis centros de atendimento. Fátima Mrué prometeu estudar as denúncias e disse que muitas vezes o atendente dos postos diz que não há médicos, mas que eles estão atendendo.

O diretor do Fundo Municipal de Saúde, Cássio Muriel da Silva, compareceu à CEI, mas foi dispensado, já que o depoimento da secretária se alongou muito. Ele deverá ser ouvido em outra oportunidade, ainda não definida pela comissão, que se reunirá novamente na próxima sexta-feira (22), às 8h30. (Foto: Wictoria Jhefany)

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