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Presidente da Comurg esclarece sobre tratamento de chorume a CEI do Mau Cheiro

por Guilherme Machado publicado 21/03/2018 18h25, última modificação 21/03/2018 18h26
Presidente da Comurg esclarece sobre tratamento de chorume a CEI do Mau Cheiro

Foto: Marcelo do Vale

O presidente da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Denis Pereira, foi o convidado para falar à Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga o mau cheiro que afeta a região norte de Goiânia especialmente durante o período de estiagem. 

A comissão convidou o presidente após receber a informação de que a estação de tratamento de esgoto (ETE) da Saneago, localizada na região, recebe o chorume gerado no aterro sanitário, que fica na saída para Trindade, para ser tratado e que ele estaria sendo transportado por meio de caminhões-pipa. O chorume é o líquido resultante da decomposição do lixo e a Comurg é a responsável por gerir o aterro. A preocupação da comissão é se o tratamento do chorume pela ETE é regular e se ele contribui na formação do mau cheiro na estação de tratamento. 

Vereadores membros da comissão visitaram o aterro no dia 14 e viram que o chorume estava sendo lançado numa tubulação ligada à rede de esgoto comum. O presidente garantiu que a companhia tem autorização da Saneago para fazer o descarte dessa forma – por meio de um Atestado de Viabilidade Técnica Operacional (AVTO) emitido pela estatal – e que o chorume corresponde a menos de meio por cento do volume que é tratado na ETE. “O chorume não é a causa do mau cheiro, disso eu tenho a certeza de dizer”, afirmou Denis. 

O tratamento do chorume era feito no aterro sanitário até 2011, ano em que perdeu a licença ambiental devido a, entre outras irregulares, problemas encontrados nos lagos de decantação da estação de tratamento. O presidente explicou que é por causa disso que o chorume ser tratado da forma como verificada pelos vereadores. “No momento fazemos um pré-tratamento antes de encaminhar à ETE. Estamos com um projeto elaborado para, em breve, fazê-lo todo no aterro.” 

A assessora técnica do aterro sanitário, Fabíola Adaianne, defendeu à comissão que a medida é provisória, sendo melhor do que o transporte dos resíduos por meio de caminhões. “O tratamento do chorume é um problema na maior parte das cidades do Brasil. A prática mais comum entre elas é a mesma que fazemos aqui”, explicou.

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