Você está aqui: Página Inicial / Sala de Imprensa / Agência Câmara Goiânia / Agência Câmara Goiânia: notícias / LDO é aprovada em segunda e última votação

LDO é aprovada em segunda e última votação

por Guilherme Machado publicado 01/07/2020 18h05, última modificação 01/07/2020 18h07

Os vereadores aprovaram na sessão plenária “mista” (presencial e virtual) desta quarta (1) o projeto (nº 57/2020) da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021 por unanimidade em segunda e última votação, com cinco emendas propostas pelos vereadores acatadas. 

Pela matéria aprovada, a receita para a Prefeitura de Goiânia no ano que vem fica prevista em R$5,666 bilhões, uma queda de 1,56% em relação à receita de 2020. A LDO estabelece as prioridades de metas e investimentos financeiros para o ano seguinte e é sempre elaborada no primeiro semestre de cada ano. No segundo semestre, é elaborada e votada a Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha todas as metas definidas e aprovadas na LDO. 

“Aprovamos diretrizes orçamentárias que ainda não tinham sofrido os efeitos da pandemia e da queda da arrecadação. O mais importante na LDO era a suplementação orçamentária para o combate ao coronavírus, que foi aprovada. Quando chegar o momento de elaborar a LOA, aí sim vamos ter a real situação orçamentária da cidade de Goiânia. Segundo a secretaria de finanças, haverá uma queda de mais de 70% da arrecadação”, comentou o líder do prefeito Iris Rezende na Câmara, vereador Welington Peixoto (DEM). 

Decretos estadual e municipal 

A maioria dos vereadores que se manifestaram durante a sessão questionou a edição do decreto municipal nº 1.242 de 30/06/2020, que acompanhou o decreto estadual nº 9.685 de 29/06/2020, estabelecendo o fechamento dos serviços não-essenciais pelos próximos 14 dias e, após isso, a reabertura por igual período. Entre eles, o presidente da Câmara Romário Policarpo (Patriota) e os vereadores Álvaro da Universo (Patriota), Cabo Senna (Patriota) – que apresentou requerimento pedido ao prefeito a imediata anulação do decreto – Felisberto Tabares (Podemos), Paulo Magalhães (DEM) e Zander Fábio (Patriota). 

Anselmo Pereira (MDB) apresentou requerimento pedindo à Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) que encaminhe à Câmara o protocolo sanitário elaborado para ser seguido nos ônibus e terminais da capital durante o isolamento intermitente. “De nada adianta as medidas que foram tomadas pelo governador e pelo prefeito se todos os ônibus de Goiânia continuarem lotados da forma que estão. Nos terminais, o trabalhador caminha todo dia num verdadeiro curral de contaminações do Covid-19”, criticou. 

Muitos empresários investiram na reabertura do comércio esta semana e foram frustrados com a decisão de fechamento, segundo Jair Diamantino (DEM). “Na expectativa de trabalhar, os empresários da 44, principalmente o do ramo alimentício, recarregaram os estoques com produtos perecíveis e agora não tem pra quem vender.” 

Cristina Lopes (PL) propôs que a Câmara faça um decreto legislativo para regrar o funcionamento da economia durante a pandemia. “A Câmara tem condições e equipe técnica para fazer uma excelente proposta de decreto legislativo para nossa cidade. Ainda que ele não vigore, nós vamos ter feito a nossa parte porque não dá para viver nessa situação de instabilidade. As pessoas estão sem direção porque uma hora dizem uma coisa, depois voltam atrás, e o prefeito e a secretária municipal de Saúde não vêm a público se explicarem. Eu entendo que esse é também o nosso papel diante da omissão da Prefeitura. Nós precisamos liderar um processo de criação de regras para que Goiânia funcione. A cidade está desordenada e causando ainda mais desigualdade e injustiça com as pessoas.” 

Andrey Azeredo (MDB) rebateu a ideia. “O nosso adversário é um só: o coronavírus. Eu entendo que agora não deve haver briga entre partidos, oposição e situação, comerciantes e prefeito ou governador. Nós temos que somar forças, unir propósitos para vencer essa pandemia. Fazer um decreto legislativo para algo que não é competência dessa Casa e não terá validade é gerar expectativas que não serão atendidas, é politizar um assunto que deve ser tratado com responsabilidade”, criticou o vereador, que teve o apoio de Clécio Alves (MDB). 

TV Câmara ao vivo: transmissão das sessões no YouTube

Mídias Sociais
Destaques

Banner do Edital do Concurso Público CMG 2026

 

Banner Canal Cidadania.JPG

  

Goiânia 91 anos

 

Carta de Serviços

  

banner escola do legislativo.jpg

 

banner ouvidoria.jpg

Acesso a Informação

Acesso a informação

Plano Diretor

planoDiretor.jpg

Concurso Público
Portaria de Regulamentação do Estágio

Regras do Estágio

TV Câmara

TVCâmara

Ouvidoria da Mulher

Ouvidoria da Mulher

TV Câmara

TVCâmara

Notícias da Presidência

NoticiasDaPresidencia