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Fabrício Rosa critica proposta do prefeito eleito de fechar turmas da EJA

por Michelle Lemes publicado 26/12/2024 11h55, última modificação 26/12/2024 12h43
Servidores técnico-administrativos da Educação reivindicaram, na sessão desta quinta-feira (26), novo plano de carreira para a categoria

O presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA) da Câmara de Goiânia, vereador Fabrício Rosa (PT), criticou, na manhã desta quinta-feira (26), proposta do prefeito eleito, Sandro Mabel (União Brasil), de reduzir de 55 para 25 as escolas que oferecem turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), a partir de 2025. “Educação de Jovens e Adultos é uma ferramenta de redução das desigualdades”, afirmou o parlamentar.

De acordo com Fabrício Rosa, reduzir o total de escolas que oferecem turmas da EJA é punir, mais uma vez, quem não teve condições de estudar na idade indicada. “São muitos os adolescentes e os adultos que sonham em aprender a ler e a escrever. Sem a EJA, muitas dessas pessoas vão continuar a constar na triste estatística de 36 mil analfabetos em Goiânia.”

Segundo o vereador, a EJA cumpre papel emancipatório para quem, desde cedo, foi obrigado a conviver com a fome e com a miséria. “A existência da EJA é uma oportunidade de mudar de vida. Por isso, é um absurdo querer diminuir o número de escolas que oferecem essa educação inclusiva”, declarou.

Novo plano de carreira

Em discurso, Fabrício Rosa se posicionou favoravelmente aos servidores técnico-administrativos da Educação, que lotaram as galerias do Plenário para reivindicar aprovação de um novo plano de carreira.

Prometido pelo prefeito Rogério Cruz (Solidariedade), o projeto de lei relativo ao novo plano de carreira da categoria ainda não foi enviado à Câmara. “Pedimos que o prefeito eleito abra diálogo com a categoria e que negocie melhoria salarial com esses heróis dos bastidores da educação goianiense”, disse Fabrício Rosa.

Hoje, os técnico-administrativos da Educação, em Goiânia, recebem salários que vão de R$ 1.415,00 a R$ 2.341,00. O último reajuste, de 4,18%, ocorreu em dezembro de 2023. “É uma vergonha que esses profissionais recebam um salário máximo de apenas R$ 2.341,00 por mês”, concluiu o vereador.

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