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Ex-secretário responde sobre irregularidades investigadas pela CEI da Saúde

por Heloiza Amaral publicado 26/02/2018 12h55, última modificação 26/02/2018 17h06

Em depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga irregularidades na Saúde em Goiânia, nesta segunda-feira (26), o ex-secretário Fernando Machado respondeu questões dos vereadores sobre a Máfia do Samu, os contratos suspeitos de beneficiamento e superfaturamento para manutenção de veículos, a fila para leitos de UTI, quando há vagas, e sobre a portaria que, durante sua administração, autorizava pagamento complementar ao do Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de exames por prestadores de serviço.

Segundo o ex-secretário, quando houve a denúncia da Máfia do Samu, a secretaria abriu processo administrativo para apurar a responsabilidade dos servidores, mas o inquérito apontou que a fraude ocorria com pacientes de planos de saúde, encaminhados a UTIs particulares. Questionado pelo presidente da CEI, Clécio Alves (MDB) sobre a punição aos servidores do Samu, Fernando Machado disse que os envolvidos, apontados pelo Ministério Público, foram afastados.

Sobre a existência de fila para leitos de UTI, com vagas abertas no sistema, o ex-secretário afirmou que é normal o índice de 20% de leitos ociosos, devido à limpeza dos quartos entre a saída e a entrada de novo paciente. Além disso, de acordo com ele, os leitos são usados seguindo o perfil (especialidade) do hospital. O vereador Elias Vaz (PSB), relator da CEI, destacou que o número de vagas era e é superior a 20% e que há seleção de pacientes: idosos e doentes em estado grave têm mais dificuldade, porque custam mais.

A respeito da suspeita de beneficiamento e superfaturamento na manutenção de veículos da secretaria municipal de Saúde, Fernando Machado disse que o orçamento e o pagamento ocorriam depois de análise da gerência e da diretoria de transportes. “A gente acredita em quem está ali trabalhando. A secretaria tem 12 mil servidores”, explicou o ex-secretário.

Questionado pelo vereador Anderson Bokão (PSDC) sobre portaria que estabeleceu complemento de pagamento de exames a prestadores de serviços, Fernando Machado declarou que os aditivos foram feitos a exames com alta demanda, para estimular os prestadores. Ele lembrou que Goiânia não é o único município que tem esse procedimento e que isso é legal.

Ainda na reunião desta segunda-feira (26), A CEI aprovou a convocação do diretor administrativo da secretaria municipal de Saúde, Luiz Teófilo, para a próxima segunda (5). A ex-gerente de transportes da secretaria Maxilania Clemente Costa afirmou que ele teria tentado convencê-la de autorizar a realização de manutenção de veículos, sem a existência de contrato, pela empresa Inovar.

Às 14 horas, os membros da CEI voltam a se reunir na Câmara Municipal, de onde sairão em diligência. Eles devem visitar a oficina em que é feita a manutenção dos veículos, suspeita de beneficiamento e superfaturamento de serviços. A próxima reunião da CEI ficou marcada para quinta-feira (1), às 14 horas, na Sala das Comissões. (Foto: Wictória Jhefany)

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