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Cabo Senna discute implantação de terapias complementares na saúde pública municipal

por Guilherme Machado publicado 22/03/2017 18h59, última modificação 22/03/2017 18h59

Cabo Senna (PRP) comandou na tarde de hoje (22) uma audiência pública no Auditório Carlos Eurico para discutir a implantação das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) em Saúde para melhorar o atendimento à população. Entre elas, estão a acupuntura, musicoterapia, mediação, reiki e shiatsu.

Ele lembrou que a Câmara Municipal aprovou uma lei complementar em 2009, de autoria da ex-vereadora Cidinha Ciqueira, que acrescentou ao Plano Diretor a necessidade de a Prefeitura ofertar terapias para somar ao tratamento de saúde tradicional. Contudo, segundo ele, até hoje a lei não foi cumprida.

Como exemplo, o vereador citou o caso da cidade de Campinas, que, de 2006 a 2012, conseguiu reduziu em 47 por cento o uso de antiinflamatórios nos postos de saúde desde a implantação de acupuntura e outras terapias. “Estudos mostram que 10 sessões de acupuntura são 30 vezes mais barato do que remédios. Isso é uma grande economia para os cofres públicos municipais”, disse Cabo Senna.

Rodrigo Bittencourt, que participou da audiência representando o Conselho Regional de Educação Física, é especializado em terapias chinesas e relatou que ainda há preconceito por muitos na aplicação porque pensam que elas estão ligadas a religião e magia. “A medicina oriental vem para somar ao tratamento da medicina ocidental, por isso o termo práticas ‘integrativas’ e não mais ‘alternativas’, que dava a interpretação de escolha”, afirmou. Ele relatou os benefícios de terapias complementares na recuperação de atletas, que foram amplamente usadas pelos atletas brasileiros durante a olimpíada do ano passado.

O coordenador geral de gestão da atenção básica do Ministério da Saúde, Fábio Fortunato de Carvalho, veio de Brasília para apresentar os números da implantação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares desde a sua implantação em 2006. Ele disse que as PICs são ofertadas hoje em 30 por cento dos municípios brasileiros e que houve um aumento expressivo de 500 por cento na oferta de atendimentos entre os anos de 2015 e 2016 devido a uma portaria editada pelo ministério no ano passado que obrigou os municípios a ofertar terapias integrativas no SUS. 

A diretora de atenção à saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Mary Anne Souza Alves, representou a secretária Fátima Mrue e disse que ela vê a necessidade de abordar as questões das práticas integrativas e que se coloca à disposição para formar um grupo de trabalho para discutir a viabilidade de implantação das PICs no município de Goiânia.

TV Câmara ao vivo: transmissão das sessões no YouTube

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