Projetos criam iniciativas de compostagem em Goiânia
Os vereadores Kátia (PT) e Tião Peixoto (PSDB) apresentaram, em Plenário, projetos de lei para criação de programas de compostagem em Goiânia.
Ao incentivar a compostagem de resíduos orgânicos, o texto proposto por Kátia busca promover a economia circular – modelo de produção e de consumo que prioriza a reutilização, o reparo, a renovação e a reciclagem de materiais para maximizar a vida útil dos produtos e para minimizar o desperdício.
“Os resíduos orgânicos representam parcela significativa do lixo urbano e, quando destinados a aterros, contribuem para geração de chorume e de gases, além de elevar custos operacionais; já a compostagem transforma esse material em insumo útil para hortas e viveiros, bem como para recuperação de áreas verdes”, explicou a parlamentar.
As iniciativas de compostagem deverão ser implementadas gradualmente – por meio de projetos-piloto – em feiras, parques, escolas e equipamentos públicos. Para viabilizar as ações, a Prefeitura poderá celebrar parcerias com universidades, cooperativas, organizações da sociedade civil e empresas.
CompostaGYN
Já o projeto apresentado por Tião Peixoto institui o Programa Municipal de Compostagem Urbana (CompostaGYN).
Segundo o texto, o CompostaGYN visa à redução do volume de resíduos orgânicos encaminhados aos aterros sanitários; à promoção da educação ambiental voltada à sustentabilidade; à produção de adubo orgânico para aproveitamento em escala doméstica e comunitária; à diminuição da emissão de gases de efeito estufa; e à otimização dos custos públicos com a coleta e a destinação final de resíduos, fomentando a agricultura urbana e a manutenção de hortas comunitárias.
“O Município promoverá a distribuição gratuita de unidades de compostagem doméstica às residências que manifestarem interesse, condicionando a concessão ao prévio cadastramento no programa e à participação obrigatória em curso de capacitação técnica”, afirmou o vereador.
“A descentralização do tratamento dos resíduos, por meio da compostagem doméstica e comunitária, minimiza a necessidade de transporte e de logística pesada, mitigando a pegada de carbono do serviço de limpeza urbana e preservando a vida útil das infraestruturas sanitárias existentes”, concluiu.













