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Na primeira reunião da CEI, Aava Santiago reage a declarações da Limpa Gyn e cobra transparência em contrato milionário

por Edição de notícias publicado 10/09/2025 10h59, última modificação 10/09/2025 10h59
Ao apresentar requerimentos, vereadora contesta versão da empresa, denuncia ausência de respostas e expõe possíveis falhas na execução do contrato de limpeza urbana
Na primeira reunião da CEI, Aava Santiago reage a declarações da Limpa Gyn e cobra transparência em contrato milionário

Foto: Danillo Santos

Na primeira reunião da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que apura os contratos e serviços do Consórcio Limpa Gyn, realizada nesta terça-feira, 9, a vereadora Aava Santiago (PSDB), vice-presidente da comissão, confrontou declarações concedidas pelo executivo da empresa em entrevista ao Jornal O Popular e reforçou a necessidade de transparência absoluta na investigação.

Aava apresentou dois requerimentos: o primeiro solicita o plano de varrição mecanizada — documento que estabelece parâmetros técnicos da execução dos serviços — para comparar a versão contratada com o que vem sendo realizado; o segundo cobra detalhamento da frota de caminhões em operação, incluindo o valor unitário de cada veículo. As análises, segundo a parlamentar, permitirão identificar inconformidades, descumprimento contratual e até indícios de superfaturamento.

Durante sua fala, a vereadora criticou a postura da empresa, que afirmou em entrevista que a CEI seria “desnecessária”. “Não cabe a um prestador de serviço da iniciativa privada dizer o que é necessário ou não no Parlamento. Ele ocupa uma página do principal jornal do estado para desqualificar o trabalho da Câmara, mas aqui é o lugar de prestar esclarecimentos. Tomar café na empresa não é atender à Câmara. Até hoje, nenhum dos meus requerimentos apresentados, inclusive em abril, foi respondido. Dizer o contrário não é verdade.”

Em outra intervenção, Aava destacou que os valores pagos pela varrição diária previstos no contrato não correspondem à execução efetiva. “No trecho em frente à minha casa, desde que o contrato foi assinado, eu só vi o caminhão por aqui duas vezes. Isso é muito sério. Sei que a minha experiência pessoal não é suficiente para analisar se o serviço está sendo realizado ou não, e justamente por isso os dados são importantes. Basta comparar os valores da tabela com o serviço prestado para entender por que a empresa tenta desqualificar nosso trabalho: é só olhar e ver que, minimamente, o serviço não está sendo cumprido”, afirma.

A parlamentar enfatizou que a investigação é uma defesa direta do interesse público. “Quando a cidade não está limpa, quem sofre é o cidadão que paga os impostos e não recebe o serviço de volta. A sujeira acumulada impacta na saúde, na mobilidade e na qualidade de vida de todos nós. Nosso compromisso é garantir que esse contrato milionário esteja sendo cumprido à risca e que a Prefeitura fiscalize de forma efetiva”, destaca Aava.

A CEI terá prazo inicial de 120 dias, prorrogáveis por igual período, para concluir as investigações. As reuniões ocorrerão sempre às terças-feiras, às 14h, garantindo acompanhamento contínuo e transparência para a população.

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