Vereadores repercutem caso de advogado com nanismo reprovado em concurso
Matheus Menezes realizou Teste de Aptidão Física nas mesmas condições que demais candidatos em concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais
Vereadores repercutiram, no Plenário da Câmara, nesta terça-feira (10), o caso envolvendo o advogado goiano Matheus Menezes Matos. Mesmo com nanismo, ele concorreu a uma vaga destinada à pessoa com deficiência no concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais, nas mesmas condições que os demais candidatos, durante o Teste de Aptidão Física (TAF). Embora tenha sido aprovado nas provas escrita, teórica e oral, Matheus acabou reprovado em uma das etapas do TAF.
Segundo a mãe do jovem, o filho entrou com processo administrativo e judicial, ainda antes das provas, para que a banca responsável pelo concurso oferecesse condições adequadas para pessoa com nanismo – já que a vaga não restringia participação de candidato com essa condição.
Para o presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Câmara, vereador Willian Veloso (PL), o caso de Matheus evidencia a necessidade de mobilização nacional para assegurar, na prática, os direitos que amparam pessoas com deficiência.













