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Acolhimento, encaminhamento e atendimento voluntário a vítimas de violência doméstica e de gênero

por Carlos Eduardo Linhares Montenegro publicado 11/01/2022 13h43, última modificação 11/01/2022 13h43

As vítimas de violência que procuram ajuda pelos canais da Ouvidoria da Mulher, seja por WhatsApp, ligação telefônica, redes sociais ou mesmo nas dependências da Câmara passam por um primeiro atendimento com a psicóloga da Ouvidoria Lara Corrêa Faria ou com a coordenadora da Ouvidoria Maria Clara Dunck. A partir de então as mulheres são orientadas quanto a seus direitos e esclarecidas sobre a violência que sofreram. De acordo com as necessidades das vítimas, essas servidoras fazem encaminhamentos pertinentes a cada caso. A demanda mais frequente é por segurança e, nessas situações, a vítima é orientada sobre a existência das DEAMs, encaminhada para as Polícias Civil, Militar ou à Guarda Civil Metropolitana, sendo acompanhada nesse processo.

Muitas mulheres que foram agredidas - seja agressão física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial - têm dificuldade em falar sobre a agressão e em superar as consequências psicológicas e emocionais dessa violência. Nesses casos, elas são encaminhadas para atendimento psicológico, sendo que as vítimas em situação de vulnerabilidade social são encaminhadas para psicoterapia gratuita com a psicóloga da Ouvidoria da Mulher ou com uma das psicólogas voluntárias parceiras da Ouvidoria. Atualmente, 10 psicólogas compõem esse grupo de voluntariado.

Quando necessário, elas também são encaminhadas à assessoria jurídica gratuita oferecida por advogadas voluntárias parceiras da Ouvidoria. No momento, essa assessoria é ofertada pela organização não governamental LAR (Lugar de Afeto e Respeito), por estudantes de Direito da Faculdade UniAraguaia que participam do projeto de extensão "Observatório de Mulheres" ou por estudantes da Faculdade Sulamericana que cursam estágio obrigatório supervisionado.

Quando se encontram em situações de maior vulnerabilidade social, as mulheres são direcionadas a serviços públicos para organizar documentos e para obter apoio e proteção social, como os que asseguram renda mínima ou doações.

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